sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Formação Continuada - Programa PRALER



Esse painel ficou lindo de ++++


Foi uma cortesia das Coordenadoras Pedagógicas das Escolas Municipais...



Momento de Oração organizado pelos cursistas da Escola Pedro Ludovico



Entrega de lembrancinhas confecionadas pelas professoras da Escola Primavera




Dinâmica realizada pela Professora Alice da Escola Paraíso






Presença do Secretário de Educação no Encontro de Formação




Aresentação de atividade da Professora Neila da Escola Teodomiro





Atividade da Professora Valdelena da Escola Municipal Primavera





Apresentação da Equipe da Escola Municipal Odimar Lopes




Momento de Oração do 2° dia de Formação Continuada





Apresentação teatral da Escola Municipal José Teodoro. Incrívellllllllllllllllllllllllll




Leitura e discussão em grupo...


Cursistas do Programa PRALER da Rede Municipal de Ensino de Colinas do Tocantins - 2008


quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Dicas para o planejamento das atividades de leitura em sala de aula.

Para que seus alunos possam ampliar seu conhecimento lingüístico sobre uma variedade de gêneros textuais, aprender a ler com diferentes propósitos e, assim, construir procedimentos de leitura variados, bem como construir um repertório de textos e autores, sugerimos que ao longo do ano você considere as dicas a seguir:



Leia em voz alta todos os dias...
Textos literários: contos tradicionais, histórias contemporâneas, lendas.


Leia com eles em voz alta, todos os dias...
Parlendas, quadrinhas, trava-línguas, cantigas, poemas, adivinhas e
outros textos memorizáveis. Os textos podem estar num cartaz no mural, em um papel, com papel, com cópia para cada aluno, ou mesmo escritos na lousa.


Proponha também momentos de leitura nos quais...
- Possam explorar livros, revistas e jornais livremente, como nos contos de leitura.
- Possam ler, com ajuda do professor, com diferentes propósitos.
- Possam ler, com a ajuda do professor, informações presentes no ambiente escolar, ampliando o conhecimento que já possuem sobre a função da escrita.


Leia em voz alta pelo menos uma vez por semana...
Um texto informativo: artigos e notícias de jornal, textos informativos sobre temas científicos (sobre animais, plantas, o corpo humano, os planetas e etc.).

E TAMBÈM
(pelo menos duas vezes no mês)
Um texto instrucional: regras de jogos, receitas culinárias...


Convide os alunos a ler todos os dias...
Os nomes dos colegas, as atividades do dia, o nome da escola, títulos das histórias conhecidas, títulos das cantigas e outros textos disponíveis na escola.

Mas, atenção...
Sempre que possível, leve o suporte no qual o texto que você selecionou foi impresso. Se for uma notícia, procure levar todo o jornal para que os alunos tenham contato com esse portador. Se for um verbete de enciclopédia, leve o volume do qual ele foi extraído. Um conto? O livro. A regra de um jogo? O folheto de instruções ou até mesmo a tampa da caixa do jogo.

Finalmente comece a aproveitar
Os seus momentos de leitura em voz alta para favorecer a integração do trabalho de leitura e de escrita com as demais áreas do currículo. Por exemplo, ao selecionar uma notícia de jornal, você pode escolher uma notícia que trate da fauna, da flora e do meio ambiente. Ou então ler um texto informativo que tenha relação com a história do lugar, com o modo de vida de diferentes grupos sociais (como os povos indígenas) ou que relate a vida em outros tempos e em outras partes do Brasil e do mundo... E mais ainda: ao escolher um texto para ser lido para e com seus alunos, você pode aproveitar para tratar de temas relacionados à nossa sociedade atual, ao nosso dia-a-dia. Saúde, alimentação, lixo, preconceito, preservação ambiental, a importância do idoso, respeito aos portadores de necessidades especiais, trânsito, desarmamento... são temas importantes, cuja reflexão contribui para a formação de cidadãos mais críticos. Esses temas expressam o conceito de tema transversal propostos pelos PCNs. Você ainda pode se valer dos acontecimentos mais recentes para, por exemplo, selecionar notícias de jornal e discutir o conteúdo desses textos com os alunos.

E redobre ainda mais a sua atenção
No momento de selecionar textos. Escolha sempre textos com qualidade. Evite as versões adaptadas, que simplificam o conteúdo e a linguagem do texto. Esses textos pouco contribuem para a formação de seus alunos enquanto leitores.

Dicas práticas para o planejamento do trabalho

Para que seus alunos possam ampliar seu conhecimento lingüístico sobre uma variedade de gêneros textuais, aprender a ler com diferentes propósitos e, assim, construir procedimentos de leitura variados, bem como construir um repertório de textos e autores, sugerimos que ao longo do ano você considere as dicas a seguir:



Leia em voz alta todos os dias...
Textos literários: contos tradicionais, histórias contemporâneas, lendas.


Leia com eles em voz alta, todos os dias...
Parlendas, quadrinhas, trava-línguas, cantigas, poemas, adivinhas e
outros textos memorizáveis. Os textos podem estar num cartaz no mural, em um papel, com papel, com cópia para cada aluno, ou mesmo escritos na lousa.


Proponha também momentos de leitura nos quais...
- Possam explorar livros, revistas e jornais livremente, como nos contos de leitura.
- Possam ler, com ajuda do professor, com diferentes propósitos.
- Possam ler, com a ajuda do professor, informações presentes no ambiente escolar, ampliando o conhecimento que já possuem sobre a função da escrita.


Leia em voz alta pelo menos uma vez por semana...
Um texto informativo: artigos e notícias de jornal, textos informativos sobre temas científicos (sobre animais, plantas, o corpo humano, os planetas e etc.).

E TAMBÈM
(pelo menos duas vezes no mês)
Um texto instrucional: regras de jogos, receitas culinárias...


Convide os alunos a ler todos os dias...
Os nomes dos colegas, as atividades do dia, o nome da escola, títulos das histórias conhecidas, títulos das cantigas e outros textos disponíveis na escola.

Mas, atenção...
Sempre que possível, leve o suporte no qual o texto que você selecionou foi impresso. Se for uma notícia, procure levar todo o jornal para que os alunos tenham contato com esse portador. Se for um verbete de enciclopédia, leve o volume do qual ele foi extraído. Um conto? O livro. A regra de um jogo? O folheto de instruções ou até mesmo a tampa da caixa do jogo.

Finalmente comece a aproveitar
Os seus momentos de leitura em voz alta para favorecer a integração do trabalho de leitura e de escrita com as demais áreas do currículo. Por exemplo, ao selecionar uma notícia de jornal, você pode escolher uma notícia que trate da fauna, da flora e do meio ambiente. Ou então ler um texto informativo que tenha relação com a história do lugar, com o modo de vida de diferentes grupos sociais (como os povos indígenas) ou que relate a vida em outros tempos e em outras partes do Brasil e do mundo... E mais ainda: ao escolher um texto para ser lido para e com seus alunos, você pode aproveitar para tratar de temas relacionados à nossa sociedade atual, ao nosso dia-a-dia. Saúde, alimentação, lixo, preconceito, preservação ambiental, a importância do idoso, respeito aos portadores de necessidades especiais, trânsito, desarmamento... são temas importantes, cuja reflexão contribui para a formação de cidadãos mais críticos. Esses temas expressam o conceito de tema transversal propostos pelos PCNs. Você ainda pode se valer dos acontecimentos mais recentes para, por exemplo, selecionar notícias de jornal e discutir o conteúdo desses textos com os alunos.

E redobre ainda mais a sua atenção
No momento de selecionar textos. Escolha sempre textos com qualidade. Evite as versões adaptadas, que simplificam o conteúdo e a linguagem do texto. Esses textos pouco contribuem para a formação de seus alunos enquanto leitores.

E com relação à escrita...

Proponha que os alunos escrevam todos os dias...
Ø O próprio nome em pelo menos um dos seus trabalhos do dia, consultando ou não o cartaz com os nomes da turma.
Ø A data em pelo menos um dos seus trabalhos do dia copiando-a da lousa.




Escreva pelos alunos pelo menos uma vez por semana
Ø Uma lista de palavras cujo tema tenha significado no contexto do trabalho realizado até o momento. Pode ser uma lista com os nomes da turma organizado em ordem alfabética, dos nomes e da data de nascimento para a elaboração da “agenda de aniversários”, dos dias da semana, dos títulos das histórias lidas, dos nomes dos personagens preferidos, dos títulos das cantigas trabalhadas...
Ø Cartas ou bilhetes, produzidos de forma conjunta com a turma. O assunto pode variar: bilhete para pesquisar a letra de uma cantiga, para obter informações sobre a data de nascimento dos alunos e outros dados que possam vir a fazer parte da “agenda de aniversários”.
Ø A letra de uma cantiga, uma quadrinha, uma parlenda, eles podem ditar o texto para que você escreva na lousa.


Escreva na frente deles todos os dias
Ø A lista das atividades da rotina do dia, os nomes dos ajudantes do dia, os nomes das duplas/grupos de trabalho, o título do texto que será lido no momento da leitura... assim eles podem observar um “escritor” mais experiente escrevendo e ampliar as noções que já possuem sobre o procedimentos que envolvem o ato de escrever.


Assim seu planejamento sempre contemplará uma variedade de textos
TRABALHO COM A PRODUÇÃO TEXTUAL

OBSERVAR DE MODO GERAL:

1- Legibilidade da escrita.
2- O uso adequado de estruturas gramaticais: pontuação, letra maiúscula, acentuação, singular / plural, concordância nominal / verbal, paragrafação e etc.
3- Adequação da linguagem em função de seus propósitos e do destinatário da mensagem.
4- Socialização da escrita - o prazer e a espontaneidade ao compartilhar as produções.
5- Criatividade – capacidade de ir além, surpreender, arriscar-se numa nova experiência.
6- Coesão – capacidade de relacionar as idéias com adequação, usando progressivamente os conectivos.
7- Coerência – capacidade de manter as relações de sentido dentro de um texto.

CRITÉRIOS DE AUTO-AVALIAÇÃO DE UM TEXTO INFORMATIVO:

1- Minha letra está legível?
2- Usei adequadamente a letra maiúscula?
3- Fiz a separação de sílabas adequadamente?
4- Usei a pontuação corretamente?
5- Não fugi do assunto?
6- Segui uma seqüência lógica?
7- O título está de acordo com o assunto do texto?
8- Conferi a escrita das palavras (ortografia)

CRITÉRIOS DE AUTO-AVALIAÇÃO DE UM POEMA:

1- Minha letra está legível?
2- Construí o texto na forma de versos e estrofes?
3- Apresentei as rimas? Ou não?
4- Criei versos que tem um som agradável, bonito quando declamados?
5- Fiz a correção ortográfica?

CRITÉRIOS DE AUTO-AVALIAÇÃO DE UM TEXTO NARRATIVO:
1- Minha letra está legível?
2- Separei as sílabas corretamente?
3- Usei corretamente a letra maiúscula, a acentuação?
4- Fiz uso adequado da pontuação?
5- Criei personagens adequados?
6- Descrevi as personagens?
7- Caracterizei o cenário (o ambiente)?
8- Escrevi o texto com começo, meio e fim?
9- Criei um final para a história?
10- Corrigi os erros ortográficos?

CRITÉRIOS DE AUTO-AVALIAÇÃO DE UMA CORRESPONDÊNCIA:
1- Coloquei data e local no início da correspondência?
2- Coloquei o nome do destinatário?
3- Fiz uma saudação inicial e outra final adequadamente?
4- Fiz as margens adequadas?
5- Usei a pontuação correta?
6- Usei corretamente a letra maiúscula?
7- Usei pronomes de tratamento adequados?
8- Coloquei minha assinatura na correspondência?
9- Expressei minhas idéias com clareza?
10- Corrigi os erros ortográficos?

CRITÉRIOS DE AUTO-AVALIAÇÃO DE UM ANÙNCIO:
1- Criei um pequeno texto que chame atenção do leitor?
2- As idéias apresentadas estão claras?
3- Consegui escrever poucas palavras para transmitir a idéia?
4- Empreguei a pontuação correta?
5- Separei as sílabas no final de cada linha adequadamente?
6- Fiz a correção ortográfica?
7- Usei ilustrações de acordo com as idéias apresentadas?
8- Cuidei da diagramação do texto, do visual do anúncio a fim de atrair os olhos do leitor?

Itens a serem observados
Pontualidade na entrega
Apresentação do trabalho
Adequação do trabalho escrito em relação ao objetivo proposto
Respeito ao gênero textual solicitado
Nível de aprofundamento da reflexão realizada na atividade
Linguagem escrita

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Sugestões de Atividades para desenvolver a linguagem oral na Educação Infantil...


1. Organizar rodas de conversas


Para conversar sobre atividades do dia, sobre normas para boa convivência, sobre projetos ou produzir textos coletivamente...


2. Promover diariamente leitura de livros de Literatura Infantil


Nesta atividade o importante é que a literatura seja de qualidade.


3. Colocar brinquedos ou objetos variados em uma caixa


Pedir as crianças para nomearem os objetos e entregá-los a outra criança.


4. Exibir às crianças cartões com gravuras variadas


5. Solicitar que contem uma história a partir de 03 ou 04 gravuras colocadas em seqüência


6. Recontar histórias


7. Incentivar os pequenos a cantar, recitar poemas...


8. Oportunizar várias produções de desenhos livres e registrar o relato no verso da folha


9. Brincadeiras de faz de conta - cazinha, escolinha...


10. Dramatizações


11. Entrevistar os diversos profissionais da escola


12. Organizar debates com as crianças


13. Organizar na escola ou na sala de aula cantinhos lúdicos


14. Escutar as crianças, respondê-las ou comentar de forma coerente e utilizar todas as situações do cotidiano para o desenvolvimento da linguagem oral.





Formação Continuada - Programa PRALER


Nesta semana acontecerá o encerramento do Programa Praler na Rede Municipal de Colinas do Tocantins. Será nos dias 28 e 29 de agosto, na escola Alto da Bela Vista.


Contamos com a presença de todos os cursistas!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

As tendências pedagógicas em uma visão crítica





Clarice Borges da Silva Oliveira
Artigo publicado na Revista ABCEducátio
ano 8. n°68. agosto/2007. p. 28 e 29


As tendências pedagógicas originam-se, basicamente, em movimentos sociais, filosóficos e antropológicos em determinados períodos da história humana, influenciando as práticas pedagógicas associadas às expectativas da sociedade. Seguindo essa linha de pensamento, torna-se imprescindível a todo educador, em qualquer área de atuação, o conhecimento de tais tendências, a fim de influir conscientemente na sociedade, transformando fazeres e saberes, problematizando-os e inserindo-os no cotidiano e em sua própria expressão de educador. Através do estudo e conhecimento da teoria que embasa a sua prática é que o educador, especialmente o professor, poderá realizar a sua transformação em direção à conscientização e à conseqüente liberação dos condicionantes sociais, tornando o processo ensino-aprendizagem significativo e contextualizado para o educador e educando.

A relevância do conhecimento das tendências pedagógicas perpassa pela instrumentalização e caminho consciente para a realização da ação educativa, além de facilitar a identificação dos possíveis entraves na prática em curso. Porém, opondo-se esta afirmativa, facilmente encontram-se professores que baseiam sua prática pedagógica em noções do senso comum, incorporadas ao longo da vida estudantil pela transmissão informal dos mais experientes na profissão, tornando assim a prática pedagógica científica em prática vazia e que não contribui para a formação de cidadãos conscientes e ativos na sociedade. Nesse contexto, convém lembrar que, mesmo sem saber, em toda ação educativa e em qualquer prática pedagógica existe uma teoria que a fundamenta.
Segundo Demerval Saviane, os professores vivenciaram uma confusão que indicou o aparecimento da tendência tecnicista e das teorias crítico-reprodutivas, pois possuíam no pensamento o movimento e os princípios da escola nova, mas a realidade não oferecia a eles condições para efetivá-la, pois era predominantemente tradicional. Assim, os professores viam-se na pedagogia que prega a racionalidade, a produtividade do sistema e do seu próprio trabalho dando ênfase aos meios (tecnicismo). As tendências pedagógicas foram então classificadas em liberais e progressistas, correspondendo ao primeiro grupo: pedagogia tradicional, renovada progressista, renovada não-diretiva (escola nova) e tecnicista. Ao segundo grupo: pedagogia libertadora, libertária e crítico social dos conteúdos.
Ainda que muitos educadores não percebam, a educação brasileira foi e continua sendo marcada pelas tendências liberais, explicitando em alguns momentos as práticas mais conservadoras e em outros, práticas renovadas. Pois a confusão que aconteceu com os professores, segundo Saviane, fazendo surgir a tendência tecnicista e as teorias crítico-reprodutivas, ocorre no cenário atual da educação brasileira, onde muitos estudantes em educação concluem os cursos universitários convencidos que suas práticas como profissionais devem ser consubstanciadas na teoria progressista, mas ao serem inseridos no interior das escolas, nas salas de aula percebem a incompatibilidade na utilização de fato de tal fundamentação, reproduzindo assim uma educação que não se transforma e tampouco provoca a transformação da sociedade. Ao lado dos profissionais recém formados, convém ainda citar os profissionais da educação que atuam sem a devida formação e que já estruturaram seus saberes sobre sua prática, mas para atender as exigências da lei 9.394/96 – artigo 61 – “A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação...” – ingressam nos cursos de formação docente em nível superior e que o fazem apenas para cumprir um protocolo, mas não alteram, não mudam a sua atuação junto aos educandos.
A pretensão aqui é de suscitar questionamentos e não de oferecer respostas, em um momento histórico em que a sociedade exige a qualidade da educação oferecida pelas escolas brasileiras, então, não será também necessário que os professores acordem para o profundo poder de suas ações, bem como para a falta de conhecimento sistematizado da que há imbuído em seu fazer diário? Até quando iremos encontrar nos Projetos Políticos Pedagógicos uma proposta para a formação de cidadãos críticos, cônscios de seus papéis na sociedade e no interior das salas de aula uma prática totalmente antagônica, onde professores utilizam-se das longas cópias, ou atividades meramente reprodutivas como instrumento para silenciar seus alunos e deixa-los imóveis em suas carteiras?



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



BRASÍLIA. Lei de Diretrizes e bases da educação. Lein° 9.394, 23 de dezembro de 1996. art.61, p. 34, cap. VI.
LIBÂNEO, José Carlos. A didática e as tendências pedagógicas. In CONHOLATO, M. Conceição et al. (orgs). A didática e a escola de 1° grau. São Paulo: Fundação para o desenvolvimento da educação, 1991.
SAVIANE, Dermeval. Escola e democracia. 36ª ed. Campinas: Autores Associados, 2003.
VASCONCELLOS, Celso. O sentido do planejamento do trabalho escolar. ABCEducátio. São Paulo, v. 65, p. 40 – 42, abril. 2007.