Então confira essas dicas...
Ter "amigos imaginários" é algo perfeitamente comum entre crianças de 3 a 6 anos de idade.
Não se deve supervalorizar o fato da criança ter um amiguinho imaginário. Mas, se ele persistir até a pré-adolescência então, nesse caso, é interessante consultar um profissional de saúde.
Essa é uma forma que a criança encontra para demonstrar suas capacidades, para explorar e expandir a sua imaginação e criatividade. Mas, muitas vezes esses amigos imaginários são utilizados para lidar com sentimentos como a raiva, a inveja...
As crianças podem usar estes amigos para praticarem o que é ser e ter um amigo.
Se os pais e professores ouvirem as conversas das crianças com os amigos imaginários, poderão ser capazes de descobrir alguns dos medos das crianças e alguns conflitos. Pois, o amigo imaginário também é um confidente, a criança fala com ele dos seus medos, dos seus sentimentos de perda, das suas frustrações... E, isso deve ser bem valorizado pelos pais e educadores porque pode ajudar a proteger a criança.
Os pais podem perguntar às crianças se realmente acreditam que estes amigos existem, como eles são, de onde vieram, incluí-los na rotina da família... E, não se preocupem, pois se a criança defende veementemente a existência do amigo imaginário... no fundo ela sabe que é somente um faz de conta e esse jogo pode aproximar ainda mais os pais dos filhos.
Os professores devem até conscientizar os pais que não vale a pena lutar contra isto, pois não ajuda e pode fazer a criança se sentir diferente e querer se isolar (o que não é bom).
As crianças vão naturalmente se livrar do amiguinho imaginário aos 7 ou 8 anos.
Agora se você encontrar uma criança brincando ou brigando animadamente com "alguém" sentado à sua frente, já sabe o que fazer... Relaxe!!! No mundo do faz de conta a criança testa os seus limites e cresce de modo muito saudável.
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